top of page

CONAR em tempo recorde: por que a autorregulação é mais ágil que a justiça

Foto do escritor: Judith Marini
Judith Marini
4 de set.
1 min de leitura

Enquanto o Poder Judiciário brasileiro pode levar anos — às vezes décadas — para transitar em julgado e definir a legalidade de uma campanha publicitária, o mercado escolheu um caminho de eficiência cirúrgica: a autorregulação.  

Fundado na premissa inegociável de que o próprio setor deve policiar seus excessos para blindar-se contra a censura estatal, o Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária (CONAR) opera em tempo recorde.  


Quando uma representação ética é protocolada, a resposta institucional não se arrasta por anos nas instâncias tradicionais. O Conselho julga com precisão técnica e rapidez. O dado mais impressionante — e que demonstra a maturidade do nosso mercado — é que as decisões do CONAR, que variam da recomendação de ajustes até a sustação imediata de um anúncio, possuem uma taxa de cumprimento voluntário de quase 100% por parte de anunciantes, agências e veículos.  


O impacto econômico da agilidade:

Muitos executivos enxergam os órgãos reguladores apenas como fontes de dor de cabeça. No entanto, no ecossistema da propaganda, o compliance ético via CONAR é a ferramenta mais ágil para evitar desastres reputacionais prolongados.

Enquanto uma ação judicial se arrasta gerando desgaste diário na imagem corporativa, a autorregulação resolve o litígio comercial com rapidez, preservando a higidez do mercado e impedindo que o Estado intervenha de forma agressiva na nossa liberdade de criação.

No mercado moderno, velocidade de resposta é sinônimo de inteligência empresarial. Conhecer e respeitar a engrenagem do CONAR não é burocracia; é garantia de sobrevivência financeira e reputacional.


A sua agência ou marca está preparada para responder com agilidade às demandas éticas do mercado ou ainda depende da lentidão dos tribunais para ajustar a rota?

 
 
 

Comentários


bottom of page